quinta-feira, 24 de março de 2011

A CAMINHO DE TZFAT - Norte de Israel !!!

TZFAT - SAFED...a cidade dos cabalistas...artistas.....enfim.....






Hering no café da manhã, com azeitonas e tudo mais......


Festivais de queijos......

A paisagem  se transforma, do deserto para o verde, plantações, kibbutzim...chegamos a noite em Tzfat, no Hotel Rimonim, na cidade Velha!
Em Tzfat nos encontrariamos com Rabbi Ari HaKadosh – atraves da Sinagoga!!, Shimon Bar Yochai e sua energia transformadora, uma presença tão luminosa...com certeza ele estava ali! Seu tumulo, sua caverna, seus espaços de ensinamento..onde cada pedra guarda as sabedorias do passado.
Com certeza as pedras aqui, em Israel, tem alma...falam a nós do passado, falam a nós sobre a vida, sobre o conhecimento, ensinam silenciosamente, com sua cor que adentra nossos olhos e nossa memória. Nos situa em outro mundo, que é esta terra!!
As pedras guardam a água, a umidade, num lugar que pouco chove ... a umidade é a energia que chega a nós.
A diferença de estar aqui e fazer as conexões ai no Brasil, é a sensação que os lugares de abraçam...teu corpo sente! Os olhos se perdem na quantidade de coisas que queremos ver!  Nos perdemos no movimento de cada pessoa, na nossa volta, as vezes nos perdemos em nossos pensamentos....nos perdemos no desejo da compra! Na fome....

Na cidade de Pequin, nos encontramos com energias impressionantes, um dia especial! E como falamos em Fome....(rsrsrs) em Pequin, tomamos um maravilhosos suco de Romã, teve gente comprando Romã de 5 kg!
Almoçamos num “buteco”... maravilhoso. Pequim é dos Drusos!  Comida árabe,  comer com a mão, humus, tomate, pepino, falafel, azeitonas e pão árabe.. aiiii maravilha!!




Gruta onde shimon Bar Yochai ficou em sua vida!











 Ó o tamanho da Romã!!!





Os drusos (em árabe: درزي, pl. دروز, transl. darazī, pl. durūz; em hebraico: דרוזים‎, transl. druzim) são uma pequena comunidade religiosa autónoma que reside sobretudo no Líbano, Israel, Síria, Turquia e Jordânia (pequenas comunidades expatriadas existem ainda nos EUA, Canadá, América Latina, Austrália, e Europa). Eles usam a língua árabe e seguem um modelo social muito semelhante ao dos Árabes da região. Não são considerados muçulmanos pela maioria dos muçulmanos da região, apesar de alguns drusos dizerem que a sua religião é islâmica. A maioria dos drusos considera-se árabe, apesar de alguns drusos israelenses não se considerarem como tal. Existem cerca de um milhão de drusos em todo o mundo, a maioria dos quais vivendo no Médio Oriente.



ESTRADAS E PAISAGENS

No caminho entre Jerusalém e Tzfat paisagens vão se transformando – do deserto as plantações,  as tamareiras,  os camelos, cidades... o rio Jordão.....





Rio jordão - Yardenit

quarta-feira, 23 de março de 2011

UM ENCONTRO DE AMOR E PROTEÇÃO – MATRIARCA RAQUEL

Enfim, chegamos num ponto importante, a conexão – o encontro com a casa de Raquel!
Querida, muito visitada, encontramos muitosss ortodoxos,  muita gente orando em sua casa. Homens entram primeiro, depois mulheres. Ficamos em salas separadas, onde o “Tumulo” fica no centro, uma parte de um lado, outra parte de outro. O rabino Joseph Yoseph levou a fita (lã) vermelha, para enrrolar na volta da Raquel!!
Enquantos alguns rezavam, principalmente os ortodoxos, o Grupo passava rapidamente a fita vermelha, segurando-a em torno do Tumulo. Era quase uma aventura. Era viver a cena de um filme, que tu já viu os outros fazerem...agora era a gente ali.....
Cada Patriarca e Matriarca, assim como, a visita a Tzadikim (mestres) eu carregava orações para serem feitas. Meditações, uma conversa pessoal e intima com aquele que ali estava! As vezes pedidos, lembranças....emoção...isso sim.....
As visitas tiverem um sabor mistico de "escolha"..... como se estivessemos fazendo uma escolha, por conectar-se com aquela energia, " aquela gente" !!





Vamos aprender um pouco sobre esta Matriarca e conexão tão querida pela Kabbalah!!

“O Zohar explica que em um nível espiritual, Rachel foi – e é – um portal entre Malchut e Zeir Anpin. Malchut se refere à realidade física do dia-a-dia, que vemos, sentimos, tocamos, provamos e cheiramos. Zeir Anpin refere-se ao mundo espiritual, também conhecido como o Universo Perfeito. Todas as restrições da vida de Rachel culminaram em um ato final de auto-sacrifício, que permitiu a fusão do mundo físico com o espiritual.


O que isso significa na prática é que passamos nossas vidas escapando das armadilhas em que caímos, porque permanecemos cegos pela escuridão que nos cerca. Como escreve o Rei David: ”Temos olhos, mas não vemos”. Nossa missão nessa Terra é criar unidade entre o nosso ser físico e o nosso ser espiritual, para nos conectar com esse mundo perfeito que não contém caos de espécie alguma.


Através do mérito de Rachel, é possível promover essa união.” KC



A imantação da fita começa em Israel, onde uma grande Fita Vermelha é amarrada em volta do túmulo de Rachel, a matriarca da Bíblia. Rachel é considerada pelos cabalistas como a mãe do mundo, e seu maior desejo é defender todos os seus filhos do mal. O túmulo de Rachel possui uma força de proteção – porque nenhum poder é maior do que o amor de proteção natural de uma mãe. No sentido prático, esta é uma tarefa desafiadora, porque o túmulo de Rachel está localizado em uma das.





BELÉM E O MURO

Pouco se falou ou se comentou abertamente sobre os Muros que separam os territórios Palestinos de Israel....é algo estranho, parece um muro do tipo quartel, pichado, com desenhos árabes e palavras árabes, ele causa um certo desconforto. Um lado meu entende, outro lado não entende....e questiona..por que chegamos aqui? Para a Kabbalah as respostas vem com facilidade, mas racionalmente não. Nosso objetivo era maior do que o muro, ir a Belém, para visitar a igreja da Natividade e a Casa da Matriarca (Tumba) Raquel!!!  
Em Belem chama a atenção a agitação das ruas, do guia que nos leva, e a imensa quantidade de gente na Igreja, o que faz com que qualquer intensão de conexão com energias vá "para o beleleu!!"...Bem.... foi um passeio agitado! E Rápido....






Uma das mais antigas igrejas do Mundo, levantada graças à vontade do imperador Constantino e de sua mãe, S.ta Helena, no ano de 330. Após sucessivas vicissitudes, o templo é restaurado e parcialmente renovado na sexta centúria da era cristã, no tempo de Justiniano (depois de 595). O edifício subsiste ainda hoje, apesar das modificações operadas, como um dos exemplos artísticos e arqueológicos da arquitetura paleocristã. Segundo exames arquitetónicos realizados ao longo do século XX, concluiu-se que o edifício, em termos de história da arte, possui um carácter compósito relativamente a elementos constitutivos da sua planta. O templo encontra-se rodeado por três conventos representando os três ritos cristãos, cujas comunidades asseguram alternadamente a manutenção e reitoria da Basílica: franciscanos, ortodoxos gregos e arménios.
Nesta Basílica, como ponto de referência e ex-líbris do edifício, encontra-se uma cripta na qual está o altar da Natividade onde, de acordo com vetustas tradições cristãs, terá nascido Jesus Cristo. Na parede sul deste subterrâneo, encontra-se um pequeno oratório, representando o Presépio e onde se recorda a Adoração dos Três Reis Magos. Da gruta derivam outras galerias, onde se localizam capelas, como as de S. José, dos Inocentes, e oratórios, como os de S. Jerónimo, S. Eusébio de Cremona, S.ta Paula e Sto Eustóquio.
Retomando a sua história, no século XII - tempo de cruzadas - a igreja foi consagrada como sede de bispado, pois encontrava-se já sob domínio ocidental, apesar da enorme influência bizantina. Esta é patente nos mosaicos (c. de 1169) e pinturas que decoram a igreja, apesar de poucos restarem. Os dominadores árabes e persas respeitaram o local, não lhe infringindo danos. Saladino, por exemplo, manteve mesmo o culto cristão na igreja.







olha o que tem em Belém!!